O Casa Brasileira Itaim é um empreendimento da Lucio na Rua Jorge Coelho, 147, no Itaim Bibi, em São Paulo. É uma torre única, com 20 andares e apenas 36 apartamentos de 229 a 542 m², já pronta para morar. São só dois apartamentos por andar, o que significa uma única porta vizinha da sua e um condomínio em que todo mundo se conhece pelo nome. Agora desce comigo e olha o que as áreas comuns guardam para a sua semana.
Quando o dia pede uma pausa
Volta para aquela quarta-feira. Em vez de desabar no sofá, você desce de elevador. O spa está ali, e a sauna também, nas duas versões: a sauna seca, para quem gosta do calor intenso, e a sauna úmida, para quem prefere o vapor. Cada pessoa da casa tem a sua preferida, e aqui ninguém precisa escolher.
Pensa no que isso substitui. Uma tarde de spa fora de casa envolve agendamento, trânsito na ida, trânsito na volta. Aqui, o caminho inteiro é o elevador social. Você entra cansado e sobe de outro humor, com a noite ainda pela frente.
Se a vontade for só trocar de ambiente, o lounge recebe você como uma extensão da própria casa. Dá para encontrar alguém sem a formalidade de abrir o apartamento, esticar uma conversa que começou no hall ou sentar num lugar diferente no fim do dia, só para mudar de ares sem sair do prédio.
O treino que cabe na agenda
Some o que você desembolsa por mês com academia. Se alguém da casa nada, some também o plano com piscina, que costuma custar bem mais caro. No Casa Brasileira Itaim, a sala de musculação está dentro do condomínio, e a piscina com raia também. Você acorda, desce, faz o treino de força e ainda completa com umas raias antes de subir para o banho e sair para o escritório, tudo no mesmo bloco de tempo que antes seria gasto só no deslocamento.
A piscina aquecida muda a relação com o calendário. O nado deixa de ser programa de verão e vira hábito o ano inteiro, inclusive naquela manhã fria de julho em que a piscina de fora estaria vazia. Depois do treino, a sauna completa a rotina, e os vestiários estão ali para você se arrumar e subir pronto para o dia.
A chuva também perde a força como desculpa. Aquela manhã de temporal em que a academia ficaria para depois vira treino feito, porque nada aqui depende de abrir a porta da rua.
O sábado de sol, sem sair de casa
Agora inverte o clima: sábado limpo, céu aberto em São Paulo. Você desce de chinelo. Se você tem filho, ele vai direto para a água, enquanto você nada algumas raias ou fica no solarium com aquele livro parado há meses na cabeceira. Ninguém pegou estrada, ninguém pagou clube, ninguém estacionou.
No fim da tarde, o cenário troca de endereço sem você sair do condomínio. O terraço vira o ponto de encontro: ar livre, a cidade ao redor, uma conversa que se estende até a hora do jantar. O jardim faz o passeio curto de quem quer respirar um pouco sem sair do condomínio. Tem prédio em que a rotina morre na soleira do apartamento. Aqui, ela continua lá embaixo.
As fotos do Casa Brasileira Itaim










Com criança em casa
Pais conhecem bem o domingo cinzento. Praça cancelada, passeio cancelado, e antes das dez da manhã o estoque de brincadeiras do apartamento já acabou. Aqui você desce para a brinquedoteca, e a tarde se resolve dentro do condomínio. No dia seguinte o sol aparece, e aí o programa muda de endereço: a criançada corre para o playground, gasta a energia no ar livre e volta para o almoço já com fome e sono garantidos.
Tudo isso acontece dentro do prédio. Seu filho desce de elevador, brinca a poucos andares de você e sobe na hora que você chamar, enquanto a portaria acompanha a rotina do condomínio lá embaixo. E existe uma economia invisível nesse arranjo: o deslocamento que seria gasto no carro, indo e voltando de algum parquinho, vira tempo de chão, de brincadeira de verdade ao lado do seu filho.
Para receber, da festa grande ao jantar pequeno
Festa dentro do apartamento, por maior que ele seja, sempre termina do mesmo jeito: móveis empurrados, sofá fora do lugar, louça até onde a vista alcança. No Casa Brasileira Itaim, o aniversário acontece no salão de festas. Você recebe à vontade, e na manhã seguinte a sua casa está intacta, como se nada tivesse acontecido. Quem já orçou salão alugado conhece o peso disso no bolso, ano após ano.
Quando a ideia é juntar pouca gente, o espaço gourmet assume. Você marca com três ou quatro casais amigos, cada um fica responsável por uma parte do jantar, e a noite acontece em volta do preparo, com a conversa indo do fogão para a mesa sem pressa de terminar. E o espaço multiuso entra como aquele curinga que cada morador usa do seu jeito: a reunião de família, o encontro de amigos, o programa que não cabia em nenhum outro lugar.
Trabalhar de casa, sem trabalhar dentro de casa
Quem trabalha em casa conhece o desgaste: o dia inteiro no mesmo cômodo, e a casa que deixa de ser casa. O coworking resolve isso. Você desce com o notebook, trabalha num ambiente feito para isso e, ao encerrar o expediente, o trabalho fica lá embaixo. A reunião de vídeo acontece sem ninguém passando atrás de você, e o apartamento volta a ser só o lugar de morar.
Venha ver de perto
Esse é o Casa Brasileira Itaim visto por dentro: a quarta-feira que termina no spa, o sábado de piscina aquecida com a família, o aniversário que não desarruma a sua casa, o trabalho que fica no coworking quando você sobe. Olha para a sua semana e escolhe qual desses dias chegaria primeiro na sua vida. Depois vem caminhar pelo prédio. As imagens mostram uma parte; o resto só se entende pisando aqui.
